Quero Captação 2019 pelo olhar dos participantes

Bruna Silva

O Quero Captação 2019, além de ter sido um sucesso de público, foi recebido de forma positiva, também, pelos participantes. Saiba qual foi a avaliação de quem esteve no evento

Eventos educacionais, muitas vezes, são a oportunidade para fortalecer o networking, agregar conhecimento, ou mesmo, fazer negócios. O Quero Captação foi isso e mais um pouco. Com o objetivo de oferecer um conteúdo muito rico por mais de 10 horas, além de muito networking e oportunidades comerciais na feira, reunimos, aproximadamente, 1200 participantes no último dia 25 de outubro, no Expo Center Norte.

O Quero Captação se consolidou como o maior evento de gestão educacional do país. Foram mais de 40 palestrantes relevantes do segmento incluindo os keynotes Ricardo Amorim, Guilherme dos Anjos, Alexandre Campos, Jeremy Rossman e Luiz Felipe Pondé.

Sendo assim, queríamos saber se, afinal, do ponto de vista de nossos participantes o Quero Captação foi tudo o que prometia. Quer saber como foi? Então continue a leitura!

Dentre os 1200 participantes que estiveram presentes, conversamos com Fabricio Azambuja – Head Comercial da Unicesumar Ead; Eduardo Samek, da Unialphaville; Valdir José Lanza, da UniBR e Matheus Zatelli, planejamento comercial da Uniasselvi. Marcou presença, também, o Matheus Gonçalves Fonseca, representante da Kyraly Marketing Digital, empresa responsável pelo marketing da Coca-Cola. 

Conversamos um pouco com cada um destes participantes para entender como foi a experiência deles no evento. 

Fabricio Azambuja – Head Comercial da Unicesumar EaD

Q.G: O que te trouxe ao evento Quero Captação este ano?

F.A: Viemos buscar um pouco de conhecimento. Faz mais de 10 anos que trabalho na educação, mas um pouco de referência vindo de uma empresa do tamanho e renome da Quero é sempre bem-vindo. 

Q.G: Dos conteúdos apresentados durante o evento, qual mais te agradou e conversa mais com as dores da Unicesumar?

F.A: Hoje pela manhã participei dos cases olhando para a pós-graduação, já que estamos tentando nos posicionar melhor como marca neste segmento. Olhar para a visão pedagógica do produto pós-graduação foi bem enriquecedor e nos mostrou que estamos no caminho certo. À tarde meu foco foi mais no segmento de graduação e atendimento, para pegar alguns insights de retenção de alunos também, pois é o grande desafio do Ead. A divisão por segmento educacional foi uma sacada brilhante, já que estamos nos posicionando por produto e não apenas marca, pois são estratégias totalmente diferentes.

Q.G: Qual era a sua expectativa antes de vir ao evento?

F.A: Há quatro anos, o evento era para 100 pessoas e por isso eu vim com o sentimento de que seria um pouco menor, mas ver tantos concorrentes presentes buscando conhecimento foi uma surpresa muito grata pelo tamanho do evento. A qualidade dos palestrantes, a recepção da equipe, o local escolhido, tudo realmente muito bom. Estou bastante surpreso.

Eduardo Samek da Unialphaville foco em EaD

Q. G: Qual era a sua expectativa para o evento?

E.S: Confesso que o evento não me surpreendeu, porque conheço a trajetória da Quero Educação, onde ganhei grandes amigos. Sou fã e participe de muita coisa. Vocês estão traduzindo um evento que está a altura de vocês. Venho acompanhando todos os eventos e vejo que a crescente vem de acordo com a empresa e a qualidade de tudo que a Quero cria. 

Q.G: Qual é a sua avaliação acerca do conteúdo das palestras? 

E.S: Falamos em aprender, desaprender e reaprender e temos um desafio que é uma equação que ainda não tem resposta. Falamos de profissões que sequer existem. Ouvimos dizer que as crianças querem ser youtubers, por exemplo. Eu acredito muito em vídeo e na questão visual como método de educação, independente de outras metodologias, e é um bom recurso que vem sendo mal utilizado. Vimos cases que demonstram isso.

Q.G: Qual você acredita ser o maior gargalo do ensino superior no Brasil?

E.S: O nosso maior gargalo não é realmente para a educação, mas sim para o país. Estamos em um momento de transição que começa ter uma expectativa um pouco melhor com a reforma da previdência, mas o que acontecerá dentro do nosso país ainda é uma incógnita, simplesmente resolvemos uma parte e dando certo o verdadeiro gargalo será como iremos melhorar essas pessoas para o mercado de trabalho que sequer sabemos qual é e numa disputa quase que indigna onde não se busca qualidade mas sim preço e se entrega um certificado e não conhecimento.

QA: Você acha que o futuro do ensino superior é realmente o Ead?

E: Não faz sentido você ter uma sala de aula em que uma pessoa finge que ensina e outra finge que aprende. O brasileiro sai de casa cinco, seis da manhã, chega numa instituição de ensino em que ele está exausto para assistir uma explanação de um professor que ele sequer sabe o que irá ensinar. O ensino a distância resolve isso como metodologia. Pra mim existe educação, não tem diferencial entre educação a distância e presencial. Temos apenas novas modalidades e tecnologias e precisamos nos adaptar ao que o consumidor quer. Ao invés de pensar que podemos oferecer apenas um sabor de pizza, podemos disponibilizar os ingredientes segundo seus valores e deixar que o cliente monte aquilo que é o ideal para ele. Esse é o verdadeiro futuro. 

Valdir José Lanza – Unibr

Q.G: Valdir, o que traz você à quarta edição do Quero Captação?

V.L: Estamos participando do evento Quero Captação com o intuito de agregar novos conceitos e tecnologias à essa tão conhecida guerra comercial, aliás, vocês estão de parabéns pelo evento. A gente percebe uma mudança no próprio tema do evento; ao invés de apenas captar, captar, captar, em algum momento a coisa parte pro vale tudo. Estamos percebendo pelas palestras, colocações e divisões de pauta que agregam em termos acadêmicos e de marketing digital, que a intenção é fazer o aluno se sentir mais próximo e se identificar. Tenho acompanhado há alguns anos os eventos da Quero Educação, e vejo que por ser um setor específico, a gama de profissionais é bem focada em conversão, matrícula, desconto, enfim,  em sub especialidades. 

 

Q.G: Vi que você já participou de outros eventos da Quero antes. O que você achou desta edição? Sente que houve uma evolução na organização e conteúdos abordados?

V: Me deparei com um espaço e organização maiores esse ano. Acredito que realmente a captação, que sempre esteve agregada ao marketing, hoje está descolando um pouco. Está se tornando mais tecnologia e estratégia, com todo mundo procurando ferramentas, sejam internas ou externas, que possam contribuir com a forma como você cobra e faz o primeiro contato com o aluno. Era tudo tentativa e erro e o salve-se quem puder. Hoje tudo está diferente.

Matheus Zatelli – Uniasselvi

Q.G: Qual era a sua expectativa antes vir ao evento e como pode resumir a sua participação até o momento?

M.Z: Eu estava curioso quanto ao quê e como seria o evento, mas estou me sentindo bastante feliz com o que estou vivenciando aqui hoje. Anotei muitas coisas nova do segmento educacional, conheci e criei relacionamento com muitas pessoas da área, está bem legal.

Q.G: Dos conteúdos que acompanhou até agora, quais foram os que mais conversaram com as necessidades da Uniasselvi? 

M: O Daniel Infante apresentou uns conteúdos bem legais de captação, acredito que é o que mais vou usar.

Q.G: Como você classificaria a sua experiência no evento este ano?

M: As pessoas da Quero como um todo são muito prestativas e estão sempre tentando ajudar, a comida é muito boa e o local foi muito bem escolhido. Pretendo vir no próximo ano. 

Um dos keynote speakers do evento Quero Captação 2019 em sua palestra

Ricardo Amorim, um dos keynote speakers do evento, falou sobre transformação digital e o futuro da educação (Quero Educação)

Matheus Gonçalves Fonseca – Kyraly Marketing Digital

Q.G: Qual era a sua expectativa ao vir ao evento?

M.F: A gente gosta bastante dessa parte de educação, por ser universitário sou bastante curioso para saber o que as universidades esperam dos alunos. Até agora tem sido bem legal, porque as palestras estão falando algo que é fato. Nós precisamos apelar para a digitalização e parar de pensar que os alunos de hoje são iguais aos de ontem. O perfil do estudante mudou muito e está na hora das instituições olharem com atenção para isso. 

Q.G: Como você resumiria a sua participação no evento?

M.G: Todo mundo da organização com quem falei foi super simpático e prestativo. Já fui em muito evento que a equipe organizadora não ajudava tanto. Como participante estou bem feliz com a experiência. O principal de vocês são as pessoas que vocês têm no corpo de funcionários. A Quero consegue reunir um monte de gente maravilhosa em um lugar só.

Q. G: Pretende vir na próxima edição do evento em 2020?

M.G: Sim, só vou precisar de um aporte financeiro. Necessitamos criar um vínculo de vir sempre. É um público que é o nosso target hoje e portanto é bem legal e relevante para nós. Estou pegando uns cartões e fazendo networking para aproveitar que no evento está todo mundo com a mesma vibe de querer crescer e se unir, porque sozinhos não vamos a lugar nenhum.

 

A 4ª edição do Quero Captação recebeu uma nota média de 8,8 (de 10), o que significa que o evento foi extremamente significativo para os participantes. 

Dentre os pontos melhor avaliados, estão os keynotes selecionados, as trilhas de conteúdo focadas em marketing e a presença de grandes marcas no evento.

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